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Uma relação com sites interessantíssimos que muitas vezes inspiram as reportagens aqui postadas.
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All NewsSimplesmente tudo October 12 Os novos iPods chegaramCom a nova geração de tocadores, chegou a hora de escolher qual vai acompanhá-lo daqui para a frente
Demorou, mas a sexta geração de iPods finalmente viu a luz do dia. E trazendo praticamente tudo aquilo que os usuários de longa data viviam pedindo: tela maior, widescreeen, sensível ao toque e mais brilhante para ver vídeos, espaço cada vez maior para colocar nossas discotecas e videotecas digitais e uma nova interface baseada no Cover Flow do iTunes para tornar a busca pelo álbum mais fácil. Pena que tudo isso não foi colocado em um novo iPod só, mas em três diferentes. Sejam bem-vindos iPod nano 3G, classic e touch, o queridinho da moçada. Com a nova linha, apresentada no início de setembro, a Apple dá adeus de vez à era do plástico em seus tocadores, adotando o visual metalizado com vidro. Agora só resta uma dúvida cruel: qual deles escolher? Novamente, com a ajuda da Greenmax, a MAC+ pôde testar em primeira mão os novos iPods e ajudar você, caro leitor, a decidir qual será o seu preferido. Mas antes de entrar nos detalhes, vamos falar do que todos têm em comum.
Pois fez. E não é só isso: as fotos da Apple, mais uma vez, não fazem jus ao produto.
Pequeno e fino, o nano é o iPod ideal para quem gosta de assistir a vídeos em lugares públicos sem dar bandeira. Ele é tão minúsculo que dá para esconder na mão e ninguém percebe. Dá para assistir a seus filmes e seriados favoritos perfeitamente na tela de duas polegadas (meia polegada menor que a do iPod classic), graças à nova densidade de pixel da tela. É a mesma resolução do iPod normal, 320x240, mas com 204 pixels por polegada, você não perde nenhum detalhe. Outra coisa impressionante são os textos. Com a resolução maior e uma fonte menor, ficou bem mais fácil ler textos longos no nano. As cores, bem brilhantes, também são um charme especial do iPod “gordinho”, como ficou conhecido. Elas são parecidas com as do antigo iPod mini, com o mesmo alumínio ionizado que lembra bolas de natal. A capacidade não foi alterada, no entanto, diminuiu-se o número de opções. Agora, em vez de 2 GB, 4 GB e 8 GB, somente os dois últimos continuam sendo fabricados. Porém, a discriminação de cor pela capacidade continua: o nano de 4 GB só vem na cor prata, enquanto o de 8 GB vem em todas as cinco cores. A Click Wheel no nano é bem pequena, como a do seu antecessor, o que pode dificultar a navegação de pessoas com dedos mais roliços. Mais espaço Steve Jobs chegou à conclusão de que era hora de todos os iPods da linha terem um sobrenome. Já tínhamos o nano, o shuffle e ganhamos o touch. O modelo tradicional foi rebatizado de classic. Se o visual sóbrio dos antigos iPods continua presente, a capacidade simplesmente dobrou. Para os que não conseguem ficar longe de toda a sua biblioteca de músicas, esse é o iPod definitivo. Pelo menos, por enquanto. Notícia retirada do site Mac+: http://macmais1.terra.com.br/modules/secoes/ver.php?id=78&sec=7
June 28 iPhone é quase tão bom quanto a publicidadeSe o assunto é como divulgar um produto, o Apple iPhone nos últimos seis meses foi tema de 11 mil artigos na imprensa, e uma busca no Google usando o nome do produto atrai 69 milhões de retornos. Os adeptos mais devotados da marca estão acampados diante das lojas Apple, blogs apelidaram o aparelho de "Jesus dos celulares" - e tudo isso antes que um único consumidor encostasse um dedo no celular.
Como isso é possível? A menos que você tenha passado os seis últimos meses trancado em um tanque de isolamento sensorial, deve saber o que é o iPhone: um pequeno e lindo computador de mão cuja tela é feita de vidro sensível ao toque. Os dois modelos, ao preço de US$ 500 e US$ 600, têm respectivamente quatro e oito gigas de memória ¿ ou espaço para 825 e 1.825 canções. (Em ambos os casos, 700 megabytes são ocupados pelo software do aparelho.) O preço é alto, mas, por outro lado, inclui um celular, um iPod capaz de executar vídeo, um terminal de e-mail, um navegador de Internet, uma câmera, um despertador, um organizador pessoal semelhante aos Palms e, acima de tudo, serve como um tremendo símbolo de status. O aparelho é tão esguio, tão fino, que faz com que Treos e Blackberrys pareçam obesos em comparação. É fácil manchar o vidro - e ele pode ser limpo com a manga da camisa -, mas não é fácil arranhá-lo. Estou andando com um iPhone no bolso há duas semanas, sem proteção (o iPhone, quero dizer, não eu), e o aparelho não mostra nem mesmo uma marca. Mas a maior realização é o software. É rápido, bonito, não precisa de menus e é mortalmente fácil de operar. Não há como perder o rumo, porque o único botão físico com que o aparelho está equipado conduz o usuário de volta à tela inicial, na qual estão exibidos os ícones para as 16 funções do iPhone. É provável que você tenha visto os comerciais da Apple, mostrando a física peculiar que rege as coisas que o iPhone exibe em sua lista. É possível percorrer uma lista movendo apenas um dedo; as capas de CDs se abrem quando você as toca; as mensagens de e-mail rejeitadas "caem" em uma cesta de lixo. É claro que tudo isso é só enfeite. Mas são características que tornam o aparelho divertido de usar, algo que dificilmente se poderia dizer sobre a maioria dos celulares. A Apple escolheu a AT&T (ex-Cingular) como operadora exclusiva do iPhone nos primeiros anos do produto, em parte porque a empresa deu carta branca ao fabricante para redesenhar tudo aquilo que as pessoas odeiam sobre os celulares convencionais. Por exemplo, quando o aparelho enfim for colocado à venda, na sexta-feira, o usuário não precisará assinar o serviço em uma loja de celulares, sob pressão dos vendedores. Poderá levá-lo para casa e escolher o plano que preferir com calma, usando o software iTunes que já vem instalado. O melhor é que acesso ilimitado à Internet só eleva em US$ 20 ao mês o preço do plano de voz oferecido pela AT&T, cerca de metade do que os proprietários de Treos e Blackberrys pagam por serviço semelhante. Por exemplo, o plano de US$ 60 ao mês oferece 450 minutos de voz, 200 mensagens de texto e acesso ilimitado à Internet, enquanto o de US$ 80 mensais dobra o número de minutos. Comprar um iPhone requer escolher um desses planos de voz e Internet, com prazo mínimo de dois anos. No iPhone, você não precisa verificar mensagens de voz; o aparelho verifica para você. Um botão revela todas as mensagens gravadas, listadas como se fossem e-mails. Não é preciso ligar para a operadora, digitar senha ¿ e não há aquela voz de robô sonolento dizendo "você... tem... vinte... e... uma... mensagens". Pode-se atender a uma ligação pressionando o ícone de resposta na tela, ou apertando a pequena área saliente no cordão do fone de ouvido. A música ou vídeo que você esteja usando param até que você desligue. Fazer uma ligação, no entanto, pode requerer até seis passos: ligar o telefone, liberar os botões, ir à tela inicial, abrir o programa de telefonia, verificar a lista de chamadas recentes ou a agenda, e selecionar um nome. A qualidade telefônica é apenas média, e depende da força do sinal da AT&T em sua área. O e-mail é fantástico; as mensagens chegam completamente formatadas, sem perder nenhum recurso gráfico. Pode-se até abrir (mas não editar) arquivos em Word, Excel e .PDF. Mas o melhor é o browser de Internet. Não é uma versão simplificada e claustrofóbica como as que vemos em celulares; o usuário tem pleno acesso a layouts de web, incluindo todas as fontes, em tamanho reduzido para se enquadrar à tela. A ponta do dedo serve como controle de rolagem, muito mais rápido do que as barras de rolagens convencionais. Bater duas vezes na tela amplia um bloco de texto para leitura, e girar o aparelho em 90 graus causa rotação e ampliação da imagem, aproveitando as dimensões mais amplas da tela no sentido alternativo. Por fim, é possível ampliar uma página de web, mensagem de e-mail ou foto posicionando polegar e indicador sobre a tela, unidos, e os afastando gradualmente. A imagem cresce como se estivesse impressa em borracha. A Apple afirma que uma carga de bateria propicia oito horas de voz, sete horas de vídeo ou 24 horas de áudio. Meus resultados não foram tão impressionantes; consegui cinco horas de vídeo e 23 de áudio, provavelmente porque não desliguei o telefone, o Wi-Fi e outros recursos, como a Apple fez nos testes. Na prática, você provavelmente precisará recarregar a cada dois dias. Portanto, sim, o iPhone é maravilhoso. Mas não, não é perfeito. Falta uma porta de memória, um programa de chat, um comando de discagem por voz. Não se pode instalar programas novos que não sejam da Apple. O browser não aceita Java ou Flash. O sistema de digitação na tela não funciona tão bem quanto a empresa alega, e a rede da AT&T é o ponto mais fraco do produto, tendo sido classificada em penúltimo ou último lugar em 19 das 20 maiores cidades norte-americanas em um estudo da "Consumer eports". Ainda assim, mesmo na versão 1.0, o iPhone continua a ser o mais sofisticado e inovador eletrônico a chegar ao mercado em anos. Faz tantas coisas tão bem, e de forma tão agradável, que é fácil perdoar seus defeitos. Em suma, os exageros sobre ele não são exageros. Como disse o jogador de beisebol Dizzy Dean, "se você realmente fez alguma coisa, falar sobre ela não é contar vantagem".
Notícia retirada do site Terra - Tecnologia: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1718614-EI4796,00.html June 18 Gigantes de computadores querem PC "verde"O Google e a Intel estão apoiando uma iniciativa gigantesca para reduzir emissões de dióxido de carbono. O plano ambicioso cria uma meta para que indústrias do setor reduzam a quantidade de energia consumida por computadores até 2010. As expectativas são de que o esquema corte emissões em 54 milhões de toneladas por ano - o equivalente a 11 milhões de carros ou 20 usinas de energia movidas a carvão, dizem representantes das empresas envolvidas.
Entre as companhias que participam da campanha estão Hewlett-Packard, Lenovo, Dell e Microsoft. Acredita-se que o efeito provocado por computadores e equipamentos relacionados sobre o meio-ambiente seja comparável ao da indústria da aviação. "Até 2010, vamos dar um passo significativo na direção de reduzir as emissões que afetam o nosso planeta", disse Pat Gelsinger, vice-presidente do grupo de empreendimentos digitais da Intel. Preços Mais Altos Estes custos, no entanto, seriam compensados por cortes nas contas de luz. A idéia é que as autoridades sejam encorajadas a oferecer descontos a consumidores que comprarem os coputadores "verdes". Fabricantes que concordaram em participar do programa vão desenhar, produzir e vender equipamentos que respeitem em até 80% o padrão Energy Star, estabelecido pela Environmental Protection Agency, a agência de proteção ambiental dos Estados Unidos. Esse porcentual deve subir para 90% em 2010. A iniciativa é parte do programa ambiental Climate Savers, da entidade World Wildlife Fund, cujo objetivo é ajudar companhias a reduzir emissões de gases associados ao efeito estufa. Outras empresas que deram apoio inicial ao projeto são Yahoo, Hitachi e Sun Microsystems. Além dos benefícios ambientais, o co-fundador do Google, Larry Page, disse que a iniciativa poderia também melhorar os computadores, tornando-os mais confiáveis e silenciosos. Nesse meio-tempo, na Grã-Bretanha, o governo criou um grupo que vai desenvolver computadores pessoais que usem 98% menos energia do que modelos convencionais.
Notícia retirada do site Terra Tecnologia: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1684886-EI4801,00.html May 31 Produtor fala de temas que veremos na quarta temporada de LostE começam as informações sobre a quarta temporada de Lost, apesar do programa só retornar à TV dos Estados Unidos no início de 2008... O produtor Carlton Cuse informou a Michael Ausiello do TV Guide que, finalmente, saberemos um pouco mais sobre a estátua com quatro dedos do pé que apareceu brevemente no final da segunda temporada. "Sempre ficamos surpresos com as coisas nas quais as pessoas se fixam. Tentamos responder um bom número de perguntas neste ano, mas nessa simplesmente não conseguimos chegar", informou. Ok, o sujeito inventa um pé de estátua gigante, com quatro dedos apenas, e dá uma de "surpreso" porque os fãs querem saber que diabos é aquilo? Tenha dó... ;-) Outra novidade - essa totalmente esperada - é que o sinistro Jacob voltará para a quarta temporada. E é bom que volte mesmo. O episódio que o "mostrou" é um dos melhores do terceiro ano inteiro e um dos mais assustadores de toda a série! Lost terá mais três temporadas, cada uma com dezesseis episódios, sem interrupções dentro de cada temporada. Pelo plano, a série chega ao fim em 2010.
Notícia retirada do site Omelete: http://www.omelete.com.br/teve/100005906/Produtor_fala_de_temas_que_veremos_na_quarta_temporada_de_Lost.aspx May 30 Shrek terminará no quinto filme A famosa animação Shrek vai ganhar mais duas seqüências pela DreamWorks Animation, mas a produção deve terminar por aí. Segundo informações do site IMDB, os produtores ainda querem tirar proveito da franquia.
"É uma história com final, é assim desde o começo e faz parte desta integridade, da sua força", disse Jeffrey Katzenberg, chefe do setor executivo da DreamWorks. "Nos próximos filmes vamos revelar a verdadeira história de Shrek", adiciona. Para ele, o dinheiro não é essencial no projeto e o sucesso da produção está relacionado aos seus criadores. Ainda este ano, o ogro verde ganha um especial de Natal na televisão americana. O terceiro filme da série chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho. |
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